
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
ANDRÉ HENRIQUE DA SILVA BRANDÃO
Nasceu em 1690 em São Miguel de Oliveira de Azeméis, Aveiro, Portugal, casou-se em 1714 com Isabel Soares da Silva, nascida em 1694 na mesma localidade, tiveram os seguintes filhos:
João da Silva Brandão, nascido em 1716;
Antônio da SIlva Brandão, nascido em 1718;
Ana da Silva Brandão, nascida em 1720;
Maria Teresa de Jesus, nascida em 1722;
Antônia da Silva Brandão, nascida em 1724.
João da Silva Brandão, nascido em 1716;
Antônio da SIlva Brandão, nascido em 1718;
Ana da Silva Brandão, nascida em 1720;
Maria Teresa de Jesus, nascida em 1722;
Antônia da Silva Brandão, nascida em 1724.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
MAIS UM FILHO DE JOÃO DA SILVA BRANDÃO
Dr. JOAQUIM JOSÉ da Silva Brandão
1Igreja Católica, N.Sra. da Assunção, Mariana-MG, Catedral de Mariana, Arquidiocese de Mariana, Certidão de Casamento(Transcrição) de Joaquim José da Silva Brandam e Izabel Roza Angélica de Jezus, Fls.140(135) e 140v(135v) do Livro de Casamentos dos anos de 1788-1807. O noivo nascido e batisado na Freguezia de Sam Caetano, e a noiva nascida, batisada e moradora na Freguezia da Cathedral. Pais do noivo: Sarg.-Mor Joam da Silva Brandam e D.Antonia Maria de Oliveira. Pais da noiva: Jozé Affonseca Cabeça e de D.Valerianna Angélica da Silva. Testemunhas: Dr.Ouvidor Antonio Ramos da Silva Ribeiro(?) e outras. Despacho do Provizor e Vigário geral, Governador do Bispado, Quintiliano Alves Teixeira Jardim. Padre: Chantre da Cathedral Francisco Pereira de Santa Apolonia. Vigário: Manoel Preto Rodrigues.
2Igreja Católica Nossa Senhora da Assunção de Mariana-MG, Arquidiocese de Mariana-MG, Registros Paroquiais, 1711-1980, Salt Lake City: Filmado pela Socidade Genealógica de Utah, 1980, Microfilme No.1284526/Item 1/Fls.140(135) e 140v(135v)., Microfilmes No.1284521 a 1284532; 1252354. Microfilmes dos manuscritos no arquivo arquidiocesano de Mariana.
1Igreja Católica, N.Sra. da Assunção, Mariana-MG, Catedral de Mariana, Arquidiocese de Mariana, Certidão de Casamento(Transcrição) de Joaquim José da Silva Brandam e Izabel Roza Angélica de Jezus, Fls.140(135) e 140v(135v) do Livro de Casamentos dos anos de 1788-1807. O noivo nascido e batisado na Freguezia de Sam Caetano, e a noiva nascida, batisada e moradora na Freguezia da Cathedral. Pais do noivo: Sarg.-Mor Joam da Silva Brandam e D.Antonia Maria de Oliveira. Pais da noiva: Jozé Affonseca Cabeça e de D.Valerianna Angélica da Silva. Testemunhas: Dr.Ouvidor Antonio Ramos da Silva Ribeiro(?) e outras. Despacho do Provizor e Vigário geral, Governador do Bispado, Quintiliano Alves Teixeira Jardim. Padre: Chantre da Cathedral Francisco Pereira de Santa Apolonia. Vigário: Manoel Preto Rodrigues.
2Igreja Católica Nossa Senhora da Assunção de Mariana-MG, Arquidiocese de Mariana-MG, Registros Paroquiais, 1711-1980, Salt Lake City: Filmado pela Socidade Genealógica de Utah, 1980, Microfilme No.1284526/Item 1/Fls.140(135) e 140v(135v)., Microfilmes No.1284521 a 1284532; 1252354. Microfilmes dos manuscritos no arquivo arquidiocesano de Mariana.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
COLHENDO INFORMAÇÕES EM BH
Com a tia Maria da Conceição Brandão, irmã do Juca ( José de Assunção Brandão) foram encontrados alguns documentos importantes. A certidão de casamento de Antônio Carlos da Silva Brandão e Antônia Maria de Jesus, onde constavam os seguintes dados:
Data de nascimento do Vô Nico: 22 de agosto de 1881
Nome do pai da Vó Antônia: Pedro Martins de Carvalho
Irmãos do Juca: Francisca, Gesa, Maria de Lourdes, Elza, Conceição, Valdemar ( Mário) e Antônio Brandão Filho.
Pela data de nascimento acima, considerando que o Manoel da Silva Brandão entrou pelo Século XIX, podemos concluir que não falta ninguém na linha direta da família, coincidentemente todos tiveram filhos do sexo masculino.
Data de nascimento do Vô Nico: 22 de agosto de 1881
Nome do pai da Vó Antônia: Pedro Martins de Carvalho
Irmãos do Juca: Francisca, Gesa, Maria de Lourdes, Elza, Conceição, Valdemar ( Mário) e Antônio Brandão Filho.
Pela data de nascimento acima, considerando que o Manoel da Silva Brandão entrou pelo Século XIX, podemos concluir que não falta ninguém na linha direta da família, coincidentemente todos tiveram filhos do sexo masculino.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
SOLAR DOS BRANDÕES EM PORTUGAL


Aqui vemos foto do Solar dos Brandões em Portugal, localizado em Sanfins - Paços de Ferreira. Recebi de um Brandão de Curitiba, assim como a foto do Brasão original. No e-mail recebido foi citado também algumas ramificações dos Brandões naquele país: Brandão da Torre da Marca e Brandões de Roriz, com os quais também ainda não conseguimos indícios de vínculos, apesar do sobrenome.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
BAMBUÍ 121 ANOS
A vila de “Bambuhy” foi elevada à categoria de cidade pela Lei Provincial nº 3.387, de 10 de julho de 1886. Quem a sancionou foi o desembargador Francisco Faria Lemos, presidente da Província de Minas Gerais. No entanto, antes de chegar a arraial, vila e, depois, à cidade, Bambuí teve origem bem antes, mais provavelmente, devido à “Picada de Goiás”, que era uma estrada que vinha do sul de Minas, passava por Lavras, Campo Belo, Itapecerica, Formiga, chegava a Bambuí e depois ia para Goiás. O objetivo dessa “picada” era chegar ao ouro que, na época, era farto em Goiás Velho. Devido a essa “picada”, os “bandeirantes” capitão João Veloso de Carvalho (1737) e depois Antônio Rodrigues Velho (1743), estabeleceram-se aqui primeiro, pelo que consta das primeiras sesmarias concedidas na região de Bambuí. Entretanto, essa picada só teria sucesso e o povoamento dos novos moradores só se concretizaria se a Colônia, por intermédio de Vila Rica, determinasse, como de fato determinou, o enfrentamento com os índios Caiapós, Araxás e com os negros quilombolas (escravos que fugiam e formavam comunidades). Esse enfrentamento, depois de muitos anos de luta e muita perdas por parte dos índios e dos negros quilombolas na região de Bambuí, Serra da Marcela, Serra da Saudade e região do Campo Grande (vasta região do lado de cá do rio São Francisco), deu resultado.
A partir das campanhas do capitão Vicente da Costa Chaves (1743) e, depois, do português e mestre de campo Inácio Correia Pamplona (1765) contra os índios e quilombolas e a extinção destes, é que um maior povoamento começou a acontecer na região. Pamplona tem um papel de destaque no desbravamento da região do que é, hoje, o Alto São Francisco. Além de sua origem portuguesa, ele foi um dos traidores de Tiradentes na Inconfidência Mineira. Por isto, teve deferência especial de Luís da Cunha Menezes – o conde de Valadares, representante da Coroa Portuguesa em Vila Rica. Ganhou do conde várias sesmarias (em torno de 27) para si e para os seus amigos, abrangendo uma vasta região, que compreende, hoje, os municípios de Arcos, Iguatama, Piumhi, Medeiros, Dores do Indaiá, Candeias, Santo Antônio do Monte e, finalmente, Bambuí. Foi também Pamplona que levantou a primeira capela de Nossa Senhora Santana, doando “meia légua de terras” nas circunferências do, então, arraial.Depois do início do povoamento e do nascimento do arraial de “Nossa Senhora Sant’anna do Bambuhy” e sua transformação em cidade em 1886, Bambuí passou pelo fim do Império, Abolição da Escravatura, Proclamação da República e recebeu em 30 de junho de 1910 a sua primeira estrada de ferro, que foi um marco histórico na medida que trouxe ares mais urbanos e um grande desenvolvimento para a pacata cidade.
Depois veio a Revolução de 1930 e a subida ao poder de Getúlio Vargas. Bambuí passou, ainda, pelo período desenvolvimentista da era JK, pelo golpe militar de 1964 que se prolongou até 1985. Vieram depois a Nova República de Tancredo (que morreu antes) e Sarney, o período FHC e, agora, o período Lula.
( transcrito em parte da Página Ponto de Vista).
BRANDÕES NO SÉCULO XIV
"16 de Abril de 1346.
Prazo de três vidas feito na era de 1346 pelos Religiosos do Mosteiro de Pedroso, a Clemente João e a sua mulher Giralda Doniz, e para um propínquo, qual nomeasse o que mais vivesse, do casal chamado Soutuílo na honra de Avintes, com todas as suas pertenças: pelo foro, e pensão anual de 8 libras da moeda do tempo, metade por dia de Natal, e outra por dia de Páscoa; e a última vida daria 8 libras e meia, e colheita a El-Rey e lutuosa. Pedroso, Cazal de Soutuílo na honra de Avintes. N. 0 231. Pergaminho partido por A. B. C.". Este documento levanta uma questão, tendo sido as terras de Avintes doadas ao mosteiro de Sto. Tirso, como já dissemos, que direito tinha sobre elas o mosteiro de Pedroso, que lhe permitissem emprazar um casal e cobrar o respectivo foro?... Até descobrirmos novas fontes que nos esclareçam, esta dúvida continuará a subsistir.
Em 1487, o couto de Avintes vai passar para a posse da família Brandão através da doação feita por D. Francisco de Sonsa, Abade Comendatário do citado mosteiro; "Deste comendatário acharam a memória no Cartório, não que adquirisse, senão que desse muitas terras e propriedades em Avintes, a Fernão Brandão" "Fernão Brandão e seu filho Diogo Brandão, senhores da quinta e couto de Avintes, a qual continua na posse de seus descendentes por linha feminina, os Almeidas, Condes de Avintes e Marqueses de Lavradio". A filha de Diogo Brandão, D. Isabel Brandão, casa em 1570 com D. Francisco de Almeida, filho primeiro de D. João de Almeida, capitão de Tânger e governador de Angola, assim passando o senhorio do couto de Avintes para a família dos Almeidas”
Prazo de três vidas feito na era de 1346 pelos Religiosos do Mosteiro de Pedroso, a Clemente João e a sua mulher Giralda Doniz, e para um propínquo, qual nomeasse o que mais vivesse, do casal chamado Soutuílo na honra de Avintes, com todas as suas pertenças: pelo foro, e pensão anual de 8 libras da moeda do tempo, metade por dia de Natal, e outra por dia de Páscoa; e a última vida daria 8 libras e meia, e colheita a El-Rey e lutuosa. Pedroso, Cazal de Soutuílo na honra de Avintes. N. 0 231. Pergaminho partido por A. B. C.". Este documento levanta uma questão, tendo sido as terras de Avintes doadas ao mosteiro de Sto. Tirso, como já dissemos, que direito tinha sobre elas o mosteiro de Pedroso, que lhe permitissem emprazar um casal e cobrar o respectivo foro?... Até descobrirmos novas fontes que nos esclareçam, esta dúvida continuará a subsistir.
Em 1487, o couto de Avintes vai passar para a posse da família Brandão através da doação feita por D. Francisco de Sonsa, Abade Comendatário do citado mosteiro; "Deste comendatário acharam a memória no Cartório, não que adquirisse, senão que desse muitas terras e propriedades em Avintes, a Fernão Brandão" "Fernão Brandão e seu filho Diogo Brandão, senhores da quinta e couto de Avintes, a qual continua na posse de seus descendentes por linha feminina, os Almeidas, Condes de Avintes e Marqueses de Lavradio". A filha de Diogo Brandão, D. Isabel Brandão, casa em 1570 com D. Francisco de Almeida, filho primeiro de D. João de Almeida, capitão de Tânger e governador de Angola, assim passando o senhorio do couto de Avintes para a família dos Almeidas”
CONTERRÂNEO DOS ANDRADAS
Em 3 de outubro de 1789 (aos 24 anos) Monteiro de Barros iniciou as provas, tendo como testemunhas no processo o Bacharel João Evangelista de Faria Lobato (natural de Vila Rica), o Sargento José da Silva Brandão e o Bacharel José Bonifácio de Andrada e Silva (natural de Santos, futuro "pai da unidade nacional"). Em 1790 foi nomeado Juiz-de-Fora para o Arquipélago dos Açores, cargo em que serviu até 1793. Serviu em outros cargos, não fixados pela histografia, e de 1808 a 1812 foi Ouvidor em Vila Rica, sendo a seguir Intendente do Ouro no Rio de Janeiro, Ministro do Tribunal da Relação na Bahia."
BRANDÕES E A CRUZ VERMELHA
Lei Municipal nº 1940, de 26 de junho de 1918
O Coronel Antônio José da Silva Brandão, Presidente do Conselho Municpal, etc
Faço saber que o Conselho Municipal decretou e eu promulgo, de acordo com o art. 26, do Decreto nº 5.160, de 8 de março de 1904, a seguinte resolução:
Art. 1º - É reconhecida de utilidade municipal a Associação “CRUZ VERMELHA BRASILEIRA”
Parágrafo único – como conseqüência, a referida Associação CRUZ VERMELHA BRASILEIRA fica pela presente lei isenta de todos os impostos, emolumentos e contribuições municipais, relativas não só ao seu funcionamento, como também por aquisição a qualquer título, construção e manutenção de imóveis destinados à sede e exclusivamente concernentes ao objetivo da mesma Associação.
Art 2º - Revogam-se as disposições em contrário.
(Assig)Antonio José da Silva Brandão
O Coronel Antônio José da Silva Brandão, Presidente do Conselho Municpal, etc
Faço saber que o Conselho Municipal decretou e eu promulgo, de acordo com o art. 26, do Decreto nº 5.160, de 8 de março de 1904, a seguinte resolução:
Art. 1º - É reconhecida de utilidade municipal a Associação “CRUZ VERMELHA BRASILEIRA”
Parágrafo único – como conseqüência, a referida Associação CRUZ VERMELHA BRASILEIRA fica pela presente lei isenta de todos os impostos, emolumentos e contribuições municipais, relativas não só ao seu funcionamento, como também por aquisição a qualquer título, construção e manutenção de imóveis destinados à sede e exclusivamente concernentes ao objetivo da mesma Associação.
Art 2º - Revogam-se as disposições em contrário.
(Assig)Antonio José da Silva Brandão
TRANSCRIÇÕES DE NASCIMENTOS DE PARENTES ANTIGOS
Major BERNARDO da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?). O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
ANA JOSEFA Ribeiro
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?). O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
BERNARDO da Silva Brandão(?)
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?), Fl.30(aprox.) do Livro de Batismos(com Óbitos) dos anso de 1713(Óbitos) e 1813-1856(Batis. O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
2Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição de Ouro Preto-MG, Arquidiocese de Mariana-MG, Registros Paroquiais, 1710-1951, Salt Lake City: Filmado pela Socidade Genealógica de Utah, 1980, Microfilme No.1284551/Item 1/Fl.30(aprox.)., Microfilme No.1284546 a 1284554. Microfilmes dos manuscritos no arquivo arquidiocesano de Mariana.
3Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?).
Brig. JOSÉ da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?). O Assento foi feito por seus pais por uma Publica forma em 06/mar/1833. Pais: Brigadeiro Jozé da Silva Brandão e D.Anna Sanches da Silva Brandão. Padrinhos: Pedro Maria Xavier de Athaide e D.Maria Magdalena Lleite de Souza Castro e Oliveira, Padre: João Caetano Martins. Vigário: M.el da Ascenção Cruz.
ANA Sanches da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?). O Assento foi feito por seus pais por uma Publica forma em 06/mar/1833. Pais: Brigadeiro Jozé da Silva Brandão e D.Anna Sanches da Silva Brandão. Padrinhos: Pedro Maria Xavier de Athaide e D.Maria Magdalena Lleite de Souza Castro e Oliveira, Padre: João Caetano Martins. Vigário: M.el da Ascenção Cruz.
Major BERNARDO da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?). O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
PEDRO MARIA da Silva Brandão(?)
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?), Fl.29(aprox.) do Livro de Batismos(com Óbitos) dos anos de 1713-1735(Óbitos) e 1813-1856(. O Assento foi feito por seus pais por uma Publica forma em 06/mar/1833. Pais: Brigadeiro Jozé da Silva Brandão e D.Anna Sanches da Silva Brandão. Padrinhos: Pedro Maria Xavier de Athaide e D.Maria Magdalena Lleite de Souza Castro e Oliveira, Padre: João Caetano Martins. Vigário: M.el da Ascenção Cruz.
2Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição de Ouro Preto-MG, Arquidiocese de Mariana-MG, Registros Paroquiais, 1710-1951, Salt Lake City: Filmado pela Socidade Genealógica de Utah, 1980, Microfilme No.1284551/Item 1/Fl.29(aprox.)., Microfilme No.1284546 a 1284554. Microfilmes dos manuscritos no arquivo arquidiocesano de Mariana.
3Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?).
Sobre este último ( Pedro Maria da Silva Brandão) encontramos os seguintes registros:
HISTÓRIA DO JORNALISMO
O precursor nos estudos sobre jornalismo em Minas
Jairo Faria Mendes (*)
José Pedro Xavier da Veiga foi um dos grandes intelectuais mineiros do século 19, um jornalista de destaque, um importante historiador e político. Além disso, foi o precursor nos estudos sobre jornalismo nas Minas Gerais. Sua monografia A imprensa de Minas Gerais 1807-1897 (In: Revista do Arquivo Público Mineiro, Ano III, 1898. pp. 169-249) foi o primeiro trabalho sobre jornalismo produzido no estado. Ele era de uma família de grande tradição na política, na imprensa e na cultura. Um exemplo disso foi seu tio Evaristo da Veiga, o redator da Aurora Fluminense, que contribui bastante para a abdicação de D. Pedro I. Em 1878, Xavier da Veiga mudou-se para Ouro Preto e comprou, com Pedro Maria da Silva Brandão, uma tipografia. No ano seguinte os sócios lançavam o jornal A Província de Minas, que se apresentava como órgão do Partido Conservador. No primeiro número a publicação explicava que tinha como objetivo defender os conservadores de "injustiças cruéis" e "perseguições revoltantes". O jornal circulou até novembro de 1889, quando ocorreu a proclamação da República.
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?). O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
ANA JOSEFA Ribeiro
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?). O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
BERNARDO da Silva Brandão(?)
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?), Fl.30(aprox.) do Livro de Batismos(com Óbitos) dos anso de 1713(Óbitos) e 1813-1856(Batis. O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
2Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição de Ouro Preto-MG, Arquidiocese de Mariana-MG, Registros Paroquiais, 1710-1951, Salt Lake City: Filmado pela Socidade Genealógica de Utah, 1980, Microfilme No.1284551/Item 1/Fl.30(aprox.)., Microfilme No.1284546 a 1284554. Microfilmes dos manuscritos no arquivo arquidiocesano de Mariana.
3Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?).
Brig. JOSÉ da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?). O Assento foi feito por seus pais por uma Publica forma em 06/mar/1833. Pais: Brigadeiro Jozé da Silva Brandão e D.Anna Sanches da Silva Brandão. Padrinhos: Pedro Maria Xavier de Athaide e D.Maria Magdalena Lleite de Souza Castro e Oliveira, Padre: João Caetano Martins. Vigário: M.el da Ascenção Cruz.
ANA Sanches da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?). O Assento foi feito por seus pais por uma Publica forma em 06/mar/1833. Pais: Brigadeiro Jozé da Silva Brandão e D.Anna Sanches da Silva Brandão. Padrinhos: Pedro Maria Xavier de Athaide e D.Maria Magdalena Lleite de Souza Castro e Oliveira, Padre: João Caetano Martins. Vigário: M.el da Ascenção Cruz.
Major BERNARDO da Silva Brandão
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Capela de S.Fran.co de Assis, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Bernardo da Silva Brandão(?). O Assento foi feito em 12/dez/1848, em virtude de um despacho do Rev.do Vigr.o da Vara e de informações verbais do Ten.João Chrisostomo Gomes da Silveira e D.Isabel Marcianna da Silva Brandão. Pais: Major Bernardo Silva Brandão e D.Anna Josefa Ribeiro. Padrinhos: Valeriano Manso da Costa Reis e D. Margarida Monteiro de Barros, sua mulher. Vigário: João Ferr.a de Carv.o.
PEDRO MARIA da Silva Brandão(?)
1Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?), Fl.29(aprox.) do Livro de Batismos(com Óbitos) dos anos de 1713-1735(Óbitos) e 1813-1856(. O Assento foi feito por seus pais por uma Publica forma em 06/mar/1833. Pais: Brigadeiro Jozé da Silva Brandão e D.Anna Sanches da Silva Brandão. Padrinhos: Pedro Maria Xavier de Athaide e D.Maria Magdalena Lleite de Souza Castro e Oliveira, Padre: João Caetano Martins. Vigário: M.el da Ascenção Cruz.
2Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição de Ouro Preto-MG, Arquidiocese de Mariana-MG, Registros Paroquiais, 1710-1951, Salt Lake City: Filmado pela Socidade Genealógica de Utah, 1980, Microfilme No.1284551/Item 1/Fl.29(aprox.)., Microfilme No.1284546 a 1284554. Microfilmes dos manuscritos no arquivo arquidiocesano de Mariana.
3Igreja Católica, Nossa Senhora da Conceição, Ouro Preto-MG, Freguezia de Antonio Dias, Arquidioc.de Marianna, Certidão de Batismo(Transcrição) de Pedro Maria da Silva Brandão(?).
Sobre este último ( Pedro Maria da Silva Brandão) encontramos os seguintes registros:
HISTÓRIA DO JORNALISMO
O precursor nos estudos sobre jornalismo em Minas
Jairo Faria Mendes (*)
José Pedro Xavier da Veiga foi um dos grandes intelectuais mineiros do século 19, um jornalista de destaque, um importante historiador e político. Além disso, foi o precursor nos estudos sobre jornalismo nas Minas Gerais. Sua monografia A imprensa de Minas Gerais 1807-1897 (In: Revista do Arquivo Público Mineiro, Ano III, 1898. pp. 169-249) foi o primeiro trabalho sobre jornalismo produzido no estado. Ele era de uma família de grande tradição na política, na imprensa e na cultura. Um exemplo disso foi seu tio Evaristo da Veiga, o redator da Aurora Fluminense, que contribui bastante para a abdicação de D. Pedro I. Em 1878, Xavier da Veiga mudou-se para Ouro Preto e comprou, com Pedro Maria da Silva Brandão, uma tipografia. No ano seguinte os sócios lançavam o jornal A Província de Minas, que se apresentava como órgão do Partido Conservador. No primeiro número a publicação explicava que tinha como objetivo defender os conservadores de "injustiças cruéis" e "perseguições revoltantes". O jornal circulou até novembro de 1889, quando ocorreu a proclamação da República.
sábado, 3 de novembro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
BRANDÕES E A GUERRA FARROUPILHA
Em 20 de fevereiro de 1839, Bento Gonçalves e o Coronel José da Silva Brandão, que tinha vindo de família militar de Vila Rica, firmavam mais um Decreto:
" Artigo I - Todos os cidadãos e súditos da República, com exclusão dos escravos, serão obrigados a trazer em seus chapéus o laço da nação ( consagrado pelo Decreto de 12 de novembro de 1836) no prefixo prazo de 15 dias contados daquele da publicação deste decreto."
Devido à facilidade com que os adversários poderiam imiscuir-se no território controlado pelos republicanos "mesclando-se ( enquanto não são percebidos pelas nossas forças) com os habitantes do país que com dificuldade os podem extremar dos nossos guerreiros pela semelhança dos hábitos que trajam", criando dificuldades para que "a nossa polícia discernir de um golpe de vista o emissário explorador ou bombeiro inimigo de qualquer outro particular", viram-se as autoridades farroupilhas imbuídas da tarefa de "dar a todos os republicanos rio-grandenses uma divisa que os distinga daqueles facinorosos e outros seus companheiros de armas, e não havendo uma que melhor satisfaça o fim proposto(...)que o seu próprio laço nacional".
" Artigo I - Todos os cidadãos e súditos da República, com exclusão dos escravos, serão obrigados a trazer em seus chapéus o laço da nação ( consagrado pelo Decreto de 12 de novembro de 1836) no prefixo prazo de 15 dias contados daquele da publicação deste decreto."
Devido à facilidade com que os adversários poderiam imiscuir-se no território controlado pelos republicanos "mesclando-se ( enquanto não são percebidos pelas nossas forças) com os habitantes do país que com dificuldade os podem extremar dos nossos guerreiros pela semelhança dos hábitos que trajam", criando dificuldades para que "a nossa polícia discernir de um golpe de vista o emissário explorador ou bombeiro inimigo de qualquer outro particular", viram-se as autoridades farroupilhas imbuídas da tarefa de "dar a todos os republicanos rio-grandenses uma divisa que os distinga daqueles facinorosos e outros seus companheiros de armas, e não havendo uma que melhor satisfaça o fim proposto(...)que o seu próprio laço nacional".
segunda-feira, 30 de julho de 2007
BAMBUÍ – MINAS GERAIS

Aniversário da cidade: 10 de julho
Fundação: 1886
Gentílico: Bambuiense
Localização: latitude= 20° 00′21″S
Longitude= 45° 58′ 37″
Alto do São Francisco, Oeste de Minas Gerais
Municípios limítrofes: Tapiraí, Iguatama, Medeiros, Piunhi, Doresópolis, São Roque
de Minas e Luz
Distância da capital: 270 km
Área: 1..455,380 km2
População: 22.528 habitantes ( 2006)
Densidade populacional: 15,5 hab/km2
IDH 0,788 ( PNUD 2000)
PIB: R$ 111.314.378,00 ( IBGE 2003)
PIB per capita: R$ 5.026,16 ( IBGE 2003)
Fundação: 1886
Gentílico: Bambuiense
Localização: latitude= 20° 00′21″S
Longitude= 45° 58′ 37″
Alto do São Francisco, Oeste de Minas Gerais
Municípios limítrofes: Tapiraí, Iguatama, Medeiros, Piunhi, Doresópolis, São Roque
de Minas e Luz
Distância da capital: 270 km
Área: 1..455,380 km2
População: 22.528 habitantes ( 2006)
Densidade populacional: 15,5 hab/km2
IDH 0,788 ( PNUD 2000)
PIB: R$ 111.314.378,00 ( IBGE 2003)
PIB per capita: R$ 5.026,16 ( IBGE 2003)
domingo, 29 de julho de 2007
UMA POETISA COM SOBRENOME BRANDÃO
Beatriz Francisca de Assis Brandão foi uma poetisa mineira que nasceu no século XVIII — 21 anos depois de Bárbara Heliodora e que vai atravessar todo o século XIX, vindo a falecer somente em 1868, no Rio de Janeiro. Beatriz Brandão nasceu na cidade de Vila Rica, então capital da província de Minas Gerais, atual Ouro Preto, a 29 de julho de 1779. Filha do sargento-mór Francisco Sanches Brandão e de Isabel Feliciana Narcisa de Seixas. Aqueles que se ocuparam de sua biografia dizem ser ela prima de Maria Joaquina Dorotéia de Seixas Brandão, a cantada Marília de Dirceu.
JOSÉ DA SILVA BRANDÃO
José da Silva Brandão foi crismado em 28 de agosto de 1759 em Mariana/MG. Faleceu em 8 de março de 1831 em São Paulo/SP. José casou-se com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila em 1 de dezembro de 1781 em Ouro Preto/MG. Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila foi crismada em 13 de julho de 1764 em Ouro Preto/MG . Ela faleceu em 19 de janeiro de 1848 em Ouro Preto/MG. Ana casou-se com José da Silva Brandão em 1 de dezembro de 1781 em Ouro Preto/MG. José da Silva Brandão era irmão de Manoel da Silva Brandão, também chegou a brigadeiro.
sábado, 28 de julho de 2007
BAMBUÍ-MINAS GERAIS
Em Bambuí existe uma Rua com o nome de nosso Tetravô, chama-se Rua Brigadeiro Manoel da Silva Brandão.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
MARÍLIA DE DIRCEU ERA UMA BRANDÃO
Personagem da história da Inconfidência, musa de Tomás Antônio Gonzaga ( Arcadismo), consta nos registros que a mesma era sobrinha de Manoel da Silva Brandão. Marília de Dirceu faleceu em 11 de fevereiro de 1853, seu nome verdadeiro era Maria Dorotéia Joaquina de Seixas Brandão. Existem outras anotações, posteriormente postaremos neste Blog referências á mesma.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
INVENTÁRIO DE IGNÁCIA ROSA ANGÉLICA DA SILVA (PENTAVÓ)
IGNACIA ROSA ANGELICA DA SILVA
Inventário
CASA DOS CONTOS - Ouro Preto-MG
Tipo de Documento: Inventário
Ano :1790
Cartório do 2º Ofício
Códice Nº 17 - Auto Nº 178
Inventariada: Ignacia Rosa Angélica da Silva
Inventariante: Carlos José da Silva
Local: Vila Rica de Nossa Senhora do Pillar
Transcrito e resumido por Paulo Cezar Ribeiro Luz
Ignacia Rosa Angélica da Silva era casada com o Coronel Carlos José da Silva.
Filhos:
1 . Mariana Leocádia da Silva ( 20 anos )
2 . Antonio Luiz Noronha da Silva ( cerca de 13 anos )
3 . Thomazia Joaquina da Silva ( cerca de 12 anos )
4 . Maria José Bernardina da Silva ( 10 anos )
5 . Miguel José da Silva ( 9 anos )
6 . Constança Cândida Raimunda da Silva ( 5 anos )
7 . Luiza Angélica da Silva ( 1 ano e meses )
Página 52
Em 15 de novembro de 1791
Vila Rica de Nossa Senhora do Pilar
Capitão-Mor Manoel de Sá Fortes Bustamante Nogueira refere-se a Carlos José da Silva como seu cunhado e sogro.
Capitão-Mor Manoel de Sá Fortes Bustamante Nogueira era casado com Mariana Leocádia da Silva. Esta filha de Carlos José da Silva e de Ignacia Rosa Angélica da Silva.
Requer a parte que lhe cabe como herdeiro.
Página 53
Ano de 1798
Manoel da Silva Brandão casado com Thomazia Joaquina da Silva, requer a parte que lhe cabe como herdeiro.
Inventário
CASA DOS CONTOS - Ouro Preto-MG
Tipo de Documento: Inventário
Ano :1790
Cartório do 2º Ofício
Códice Nº 17 - Auto Nº 178
Inventariada: Ignacia Rosa Angélica da Silva
Inventariante: Carlos José da Silva
Local: Vila Rica de Nossa Senhora do Pillar
Transcrito e resumido por Paulo Cezar Ribeiro Luz
Ignacia Rosa Angélica da Silva era casada com o Coronel Carlos José da Silva.
Filhos:
1 . Mariana Leocádia da Silva ( 20 anos )
2 . Antonio Luiz Noronha da Silva ( cerca de 13 anos )
3 . Thomazia Joaquina da Silva ( cerca de 12 anos )
4 . Maria José Bernardina da Silva ( 10 anos )
5 . Miguel José da Silva ( 9 anos )
6 . Constança Cândida Raimunda da Silva ( 5 anos )
7 . Luiza Angélica da Silva ( 1 ano e meses )
Página 52
Em 15 de novembro de 1791
Vila Rica de Nossa Senhora do Pilar
Capitão-Mor Manoel de Sá Fortes Bustamante Nogueira refere-se a Carlos José da Silva como seu cunhado e sogro.
Capitão-Mor Manoel de Sá Fortes Bustamante Nogueira era casado com Mariana Leocádia da Silva. Esta filha de Carlos José da Silva e de Ignacia Rosa Angélica da Silva.
Requer a parte que lhe cabe como herdeiro.
Página 53
Ano de 1798
Manoel da Silva Brandão casado com Thomazia Joaquina da Silva, requer a parte que lhe cabe como herdeiro.
CARLOS JOSÉ DA SILVA, SOGRO DO MANOEL, NOSSO POLÊMICO PENTAVÔ
Coronel Carlos José da Silva casou em primeiras núpcias com Inácia Rosa Angélica da Silva( nossa pentavó). Inácia foi inventariada em 1790 em Vila Rica de Nossa Senhora do Pillar, Ouro Preto-MG (inventário disponibilizado por Paulo Ribeiro Luz).
Carlos José casou em segundas com Maria Angélica de Sá (que seria irmã de Manoel Bustamante Nogueira, “genro e cunhado” do Coronel Carlos José).
Pentavô do Zé Afrânio por parte de Thomásia ( sua filha), mulher de Manoel da Silva Brandão aos 12 anos.
A ascendência do Coronel Carlos José da Silva e Inácia Rosa foi pesquisada e publicada por Rui Vieira da Cunha, 5º neto do casal, in “Revista ASBRAP” vol. 3, onde consta às fls. 271 do livro de Batismos da freguesia de São Nicolau, em Lisboa.
"Em os vinte e dois dias do mês de janeiro de mil setecentos e cinquenta e sete anos, por despacho do Excelentíssimo Senhor Arcebispo de Lacedônia Vigário Geral de vinte e nove de outubro do dito ano (sic), pelo qual mandava abrir o assento do batismo de Carlos, conforme a informação que achou o Reverendo Padre Cura desta freguesia Sebastião Madeira, o lavrei na forma que se segue. Em os quatro dias do mês de novembro de mil setecentos, e quarenta e um anos, na Paroquial Igreja de São Nicolau de Lisboa, por um dos Reverendos Curas da mesma Igreja foi batizado Carlos, filho de Francisco Gomes da Silva, também batizado nesta freguesia, e de Teodora Maria dos Reis, batizada na freguesia de Nossa Senhora da Ajuda extra muros desta cidade, recebidos na Igreja de Candelária da cidade do Rio de Janeiro moradores, que foram nesta freguesia de São Nicolau, foi padrinho Francisco Pereira, de que fiz este assento, por se terem queimado os livros desta Paróquia no incêndio subseqüente ao terremoto do primeiro de novembro de mil setecentos cinqüenta e cinco - O Cura Bernardo da Rocha Preto". (Livro 1, fls. 135 - cf certidão (Lisboa, 25 de março de 1957) subscrita por Emilia da Piedade Carvalho Felix, Primeiro Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Inácia Rosa Angélica, batizada a 8 de fevereiro de 1748, na Igreja da Candelária, Rio de Janeiro, sendo padrinhos Paulo da Silva da Fonseca e Inácia da Assunção, mulher de Agostinho de Faria Monteiro. (livro 6º da Candelária, fls. 244 verso, cf certificado (Rio, 16 de outubro de 1954) Cônego Cipriano Bastos, Chanceler do Arcebispado do Rio de Janeiro.
(fls 276, idem)
"Aos catorze dias do mês de agosto de mil setecentos, e sessenta, e oito anos pelas quatro horas da manhã na Igreja Matriz de Santa Rita com provisão de S. Exa. Revma, e do muito Reverendo Doutor Juiz dos Casamentos Francisco Gomes Vilasboas na presença de Reverendo Coadjutor da dita Matriz Francisco Moreira da Costa, e das testemunhas Francisco Gomes da Silva e Agostinho de Faria Monteiro se recebeu em matrimônio Carlos José da Silva natural da freguesia de São Nicolau de Patriarcado de Lisboa filho legitimo de Francisco Gomes da Silva, e de sua mulher Teodora Maria dos Reis com Inácia Rosa Angélica natural desta freguesia da Candelária filha legítima de Feliciano de Almeida Carvalho, e de sua mulher Margarida Teresa da Cruz, tudo na forma do Sagrado Concilio Tridentino, e lhes deu as bênçãos como dispõe o Ritual Romano, o que de tudo me constou pela certidão do Reverendo Pároco acima declarado: do que fiz este assento. - O Coadjutor José Pereira Maciel". (Livro 7º da Candelária, fls. 68 - cf. certidão, sem data, emitida pelo Cônego Cipriano Bastos, Chanceler do Arcebispado do Rio de Janeiro.
Carlos José teve sete filhos com Inácia Rosa:
1- Mariana Leocádia da Silva, com 20 anos em 1790. Casou cerca de 1791 com Manoel de Sá Fortes de Bustamante Nogueira, geração em 1 supra. Como além de genro Manoel também se declarou cunhado do Coronel Carlos José, seria irmão de Maria Angélica, segunda mulher de seu sogro.
2- Antonio Luis de Noronha e Silva, coronel, casou duas vezes. Em primeiras núpcias com sua sobrinha 1-1 supra, ali a filha única. Casou em segundas em Baependi aos 02-02-1818 com Ana Dolina Honória Junqueira, filha de João Francisco Junqueira Filho e Maria Inácia do Espírito Santo. Foram proprietários da Fazenda Boa Vista, em Quatis-RJ. Faleceram e foram sepultados ambos em Aiuruoca, Antonio aos 23-06-1855 e Ana Dolina ao 31-03-1857.
Baependi-MG - Casamentos - Aos 02 Fevereiro 1818 na capella do Favacho, então desta freguesia, o Padre Francisco Antonio Junqueira recebeo em matrimonio e abençoou:
Antonio Luiz de Noronha e D. Anna Dolina Junqueira.
Test.: Manuel João Pedro Diniz Junqueira e o Barão de Pouso Alto.
Não foi lançado este assento em tempo e lugar competente, e isso o faço por informação da Exma. Sra. D. Anna Dolina (sic) Junqueira, pessoa de inteira fidedignidade.
O Vigário Joaquim Gomes Carmo.
Igreja N.Sra. da Conceição, Aiuruoca, MG aos 23 junho 1855, 78 anos, Cel. Antonio Luiz de Noronha e Silva, cc. D. Anna Dolina Honoria Junqueira, c/test.
(queimado) Testamenteiro: 3- m/irmão o Excelentíssimo Barão de Pouso Alto.
Registrado aos 24 junho 1855.
Igreja N.Sra. da Conceição, Aiuruoca, MG - 31 março 1857, com 57 anos, D. Anna Dolina Honoria Junqueira, viúva do Cel. Antonio Luiz de Noronha e Silva.
F. l. do Cap. João Francisco Junqueira e D. Maria Ignacia d- ---, falecida.
05 junho 1856
(Restante queimado)
Registro de Terras - N. Sra. do Rosário (Quatis) D. Ana Dolina Junqueira de Noronha, eu e meus herdeiros, por morte de meu marido o Cel. Antonio Luiz de Noronha e Silva, fazenda Boa Vista da Pedra, que meu marido houve por compra do Revdo. Francisco do Carmo Froes, que terá uma sesmari,. 15 jan 1856.
Coronel Antonio Luis declarou em testamento a filha natural:
2-1 Josefa Ernestina Vieira (ou Pereira de Souza), exposta em 1798 em casa do Capitão mor Antonio Alvares Pereira. Josefa vendeu a herança paterna por 13:500$000 para Ana Dolina. Em 1867 era moradora no Termo de Piranga.
3- Thomasia Joaquina da Silva, com 12 anos em 1790. Casou com Manoel da Silva Brandão.
4- Maria José Bernardina da Silva, com 10 anos.
5- Miguel José da Silva, com 9 anos.
6- Constancia Cândida Raimunda da Silva, com 5 anos em 1790. Em Barbacena aos 24-09-1801 casou com José Ferreira Armond, filho de José Ferreira Armond e Ana Maria de Jesus (casados em Barbacena aos 27-07-1772 ), neto paterno de Francisco Ferreira Armond e sua primeira esposa Ângela Maria da Conceição, neto materno de Bartolomeu Gonçalves e Maria do Rosário.
Casamentos Barbacena - Curral aos 24-09-1801 José Ferr.ª Armonde filho doutro e de Anna Maria de Jesus, natural desta freguesia = com D. Constancia Cândida Raymunda da Silva, filha do Coronel Carlos José da Silva e de D. In.ca Roza Angélica da Silva, natural da freguesia de An.to Dias de Vila Rica. Testemunhas: Ten.e Cor.el Luiz An.to Ribr.º Guim.es e o Cap.tam Mor Manoel de Sá Fortes Bus.te Nogr.ª.
Casamentos Barbacena - aos 27-07-1772 José Ferreira Armonde, n/b nesta freguesia, f.l. de Fran.co Ferr.ª Armonde e s/m Ângela Maria da Conceição; = com Anna Maria, fa. de Bartholomeu Glz. e s/m Maria do Rosário, n/b na freguesia de Carijós desta Com.ca. Test.; Mel. Ferr.ª Armond e o Padre José Dias de Carvalho, todos desta freguesia.
7- Luiza Angélica da Silva, com pouco mais de um ano em 1790.
Coronel Carlos José da Silva teve com Maria Angélica de Sá, e.o.:
8- Francisco Teodoro da Silva, Barão de Pouso Alto, 3º testamenteiro do irmão Coronel Antonio Luiz de Noronha e Silva e Testamenteiro e Inventariante do irmão Coronel Teodoro Carlos da Siva. Casou com Rita de Cássia Pereira da Silva, filha de Miguel Pereira da Silva e Isabel Maria do Espírito Santo, neta materna de Antonio Vieira Carneiro e Inacia Maria da Silva.
Rita de Cassia já era falecida em 1855, inventário materno (neste site) e foi representada por seus filhos:
8-1 Joaquim Carlos da Silva Pereira, casado.
8-2 Maria Isazel da Silva, casada com Carlos José da Silva. Comparar com o tio paterno 9 abaixo.
8-3 Isabel Maria da Silva Pereira, casada com seu tio materno Capitão Vicente da Silva Pereira. Proprietários da Fazenda da Lagoa em S. José do Campo Belo, Resende-RJ.
S. José do Campo Belo - Resende ;RJ lv 68 - fls. 17, 39- declaro na qualidade de testamenteiro do falecido Capitão Vicente da Silva Pereira, e pai da viuva deste D. Isabel Maria da Silva Pereira, e tutor dos filhos órfãos do mesmo: Miguel da Silva Pereira, Sabina Amélia da Silva Pereira, que aos mesmos pertence a fazenda da Lagoa. Pouso Alto 25 nov 1855 Barão de Pouso Alto.
Capitão Vicente já era falecido no inventário materno e foi representado por sua viúva e seus filhos:
8-3-1 Sabina Amélia da Silva Pereira, com 11 anos em 1855.
8-3-2 Miguel da Silva Pereira, com 10 anos.
8-4 Carlos Teodoro de Bustamante e Sá, solteiro, com 25 anos.
8-5 Rita Deolinda Silva Junqueira, casada com Dr. Ovidio Diniz Junqueira.
8-6 Carlota Alaide da Silva Miranda, casada com Luiz da Rocha Miranda. Proprietários da Fazenda Boa Vista, tambem em S. José do Campo Belo.
S. José do Campo Belo - Resende ;RJ lv 68 fls. 17, 40 Possuo a Fazenda Boa Vista, por doação de meus sogros os Exmos. Barão e baronesa de Pouso Alto, 01 dez 1855, Luiz da Rocha Miranda.
N. Sra. da Conceição do Campo Alegre, Resende - RJ, lv. 67 fls. 6, 5- Exmo. Barão de Pouso Alto e Luiz da Rocha Miranda. Declaramos nos Barão do Pouso Alto e Luiz da Rocha Miranda, que somos possuidores em comum da fazenda Santo Antonio da Serra, nas cabeceiras da Perepetinga, que divide com: Bento de Azevedo Maia, Jose Vaz Pinto, Jose Moutinho, major Antonio Gonçalves da Rocha, Silverio Soares Lucindo; e por compra feita ao Exmo Barão de Lorena e s/m, e por arrematação em praça publica , de orfãos, porque pertencia a neta herdeira orfã do major Claudio Manoel Correa. Pouso Alto 25 nov 1855, Barão do Pouso Alto e Luiz da Rocha Miranda.
8-7 Antonio Teodoro da Silva Fortes, solteiro com 16 anos em 1855.
9- Carlos José da Silva, morador no Rio de Janeiro, citado no testamento do irmão Teodoro.
10- Teodoro Carlos da Silva, coronel, natural de Ouro Preto, inventariado em 1867 com testamento de 1865 (neste site). Solteiro, sem geração. Foi seu inventariante seu irmão o Barão de Pouso Alto.
11= Rita Leocadia da Silva, citada no testamento do irmão Teodoro, moradora em São João del Rei em 1867.
12= Carlota Camila da Silva, idem.
Carlos José casou em segundas com Maria Angélica de Sá (que seria irmã de Manoel Bustamante Nogueira, “genro e cunhado” do Coronel Carlos José).
Pentavô do Zé Afrânio por parte de Thomásia ( sua filha), mulher de Manoel da Silva Brandão aos 12 anos.
A ascendência do Coronel Carlos José da Silva e Inácia Rosa foi pesquisada e publicada por Rui Vieira da Cunha, 5º neto do casal, in “Revista ASBRAP” vol. 3, onde consta às fls. 271 do livro de Batismos da freguesia de São Nicolau, em Lisboa.
"Em os vinte e dois dias do mês de janeiro de mil setecentos e cinquenta e sete anos, por despacho do Excelentíssimo Senhor Arcebispo de Lacedônia Vigário Geral de vinte e nove de outubro do dito ano (sic), pelo qual mandava abrir o assento do batismo de Carlos, conforme a informação que achou o Reverendo Padre Cura desta freguesia Sebastião Madeira, o lavrei na forma que se segue. Em os quatro dias do mês de novembro de mil setecentos, e quarenta e um anos, na Paroquial Igreja de São Nicolau de Lisboa, por um dos Reverendos Curas da mesma Igreja foi batizado Carlos, filho de Francisco Gomes da Silva, também batizado nesta freguesia, e de Teodora Maria dos Reis, batizada na freguesia de Nossa Senhora da Ajuda extra muros desta cidade, recebidos na Igreja de Candelária da cidade do Rio de Janeiro moradores, que foram nesta freguesia de São Nicolau, foi padrinho Francisco Pereira, de que fiz este assento, por se terem queimado os livros desta Paróquia no incêndio subseqüente ao terremoto do primeiro de novembro de mil setecentos cinqüenta e cinco - O Cura Bernardo da Rocha Preto". (Livro 1, fls. 135 - cf certidão (Lisboa, 25 de março de 1957) subscrita por Emilia da Piedade Carvalho Felix, Primeiro Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Inácia Rosa Angélica, batizada a 8 de fevereiro de 1748, na Igreja da Candelária, Rio de Janeiro, sendo padrinhos Paulo da Silva da Fonseca e Inácia da Assunção, mulher de Agostinho de Faria Monteiro. (livro 6º da Candelária, fls. 244 verso, cf certificado (Rio, 16 de outubro de 1954) Cônego Cipriano Bastos, Chanceler do Arcebispado do Rio de Janeiro.
(fls 276, idem)
"Aos catorze dias do mês de agosto de mil setecentos, e sessenta, e oito anos pelas quatro horas da manhã na Igreja Matriz de Santa Rita com provisão de S. Exa. Revma, e do muito Reverendo Doutor Juiz dos Casamentos Francisco Gomes Vilasboas na presença de Reverendo Coadjutor da dita Matriz Francisco Moreira da Costa, e das testemunhas Francisco Gomes da Silva e Agostinho de Faria Monteiro se recebeu em matrimônio Carlos José da Silva natural da freguesia de São Nicolau de Patriarcado de Lisboa filho legitimo de Francisco Gomes da Silva, e de sua mulher Teodora Maria dos Reis com Inácia Rosa Angélica natural desta freguesia da Candelária filha legítima de Feliciano de Almeida Carvalho, e de sua mulher Margarida Teresa da Cruz, tudo na forma do Sagrado Concilio Tridentino, e lhes deu as bênçãos como dispõe o Ritual Romano, o que de tudo me constou pela certidão do Reverendo Pároco acima declarado: do que fiz este assento. - O Coadjutor José Pereira Maciel". (Livro 7º da Candelária, fls. 68 - cf. certidão, sem data, emitida pelo Cônego Cipriano Bastos, Chanceler do Arcebispado do Rio de Janeiro.
Carlos José teve sete filhos com Inácia Rosa:
1- Mariana Leocádia da Silva, com 20 anos em 1790. Casou cerca de 1791 com Manoel de Sá Fortes de Bustamante Nogueira, geração em 1 supra. Como além de genro Manoel também se declarou cunhado do Coronel Carlos José, seria irmão de Maria Angélica, segunda mulher de seu sogro.
2- Antonio Luis de Noronha e Silva, coronel, casou duas vezes. Em primeiras núpcias com sua sobrinha 1-1 supra, ali a filha única. Casou em segundas em Baependi aos 02-02-1818 com Ana Dolina Honória Junqueira, filha de João Francisco Junqueira Filho e Maria Inácia do Espírito Santo. Foram proprietários da Fazenda Boa Vista, em Quatis-RJ. Faleceram e foram sepultados ambos em Aiuruoca, Antonio aos 23-06-1855 e Ana Dolina ao 31-03-1857.
Baependi-MG - Casamentos - Aos 02 Fevereiro 1818 na capella do Favacho, então desta freguesia, o Padre Francisco Antonio Junqueira recebeo em matrimonio e abençoou:
Antonio Luiz de Noronha e D. Anna Dolina Junqueira.
Test.: Manuel João Pedro Diniz Junqueira e o Barão de Pouso Alto.
Não foi lançado este assento em tempo e lugar competente, e isso o faço por informação da Exma. Sra. D. Anna Dolina (sic) Junqueira, pessoa de inteira fidedignidade.
O Vigário Joaquim Gomes Carmo.
Igreja N.Sra. da Conceição, Aiuruoca, MG aos 23 junho 1855, 78 anos, Cel. Antonio Luiz de Noronha e Silva, cc. D. Anna Dolina Honoria Junqueira, c/test.
(queimado) Testamenteiro: 3- m/irmão o Excelentíssimo Barão de Pouso Alto.
Registrado aos 24 junho 1855.
Igreja N.Sra. da Conceição, Aiuruoca, MG - 31 março 1857, com 57 anos, D. Anna Dolina Honoria Junqueira, viúva do Cel. Antonio Luiz de Noronha e Silva.
F. l. do Cap. João Francisco Junqueira e D. Maria Ignacia d- ---, falecida.
05 junho 1856
(Restante queimado)
Registro de Terras - N. Sra. do Rosário (Quatis) D. Ana Dolina Junqueira de Noronha, eu e meus herdeiros, por morte de meu marido o Cel. Antonio Luiz de Noronha e Silva, fazenda Boa Vista da Pedra, que meu marido houve por compra do Revdo. Francisco do Carmo Froes, que terá uma sesmari,. 15 jan 1856.
Coronel Antonio Luis declarou em testamento a filha natural:
2-1 Josefa Ernestina Vieira (ou Pereira de Souza), exposta em 1798 em casa do Capitão mor Antonio Alvares Pereira. Josefa vendeu a herança paterna por 13:500$000 para Ana Dolina. Em 1867 era moradora no Termo de Piranga.
3- Thomasia Joaquina da Silva, com 12 anos em 1790. Casou com Manoel da Silva Brandão.
4- Maria José Bernardina da Silva, com 10 anos.
5- Miguel José da Silva, com 9 anos.
6- Constancia Cândida Raimunda da Silva, com 5 anos em 1790. Em Barbacena aos 24-09-1801 casou com José Ferreira Armond, filho de José Ferreira Armond e Ana Maria de Jesus (casados em Barbacena aos 27-07-1772 ), neto paterno de Francisco Ferreira Armond e sua primeira esposa Ângela Maria da Conceição, neto materno de Bartolomeu Gonçalves e Maria do Rosário.
Casamentos Barbacena - Curral aos 24-09-1801 José Ferr.ª Armonde filho doutro e de Anna Maria de Jesus, natural desta freguesia = com D. Constancia Cândida Raymunda da Silva, filha do Coronel Carlos José da Silva e de D. In.ca Roza Angélica da Silva, natural da freguesia de An.to Dias de Vila Rica. Testemunhas: Ten.e Cor.el Luiz An.to Ribr.º Guim.es e o Cap.tam Mor Manoel de Sá Fortes Bus.te Nogr.ª.
Casamentos Barbacena - aos 27-07-1772 José Ferreira Armonde, n/b nesta freguesia, f.l. de Fran.co Ferr.ª Armonde e s/m Ângela Maria da Conceição; = com Anna Maria, fa. de Bartholomeu Glz. e s/m Maria do Rosário, n/b na freguesia de Carijós desta Com.ca. Test.; Mel. Ferr.ª Armond e o Padre José Dias de Carvalho, todos desta freguesia.
7- Luiza Angélica da Silva, com pouco mais de um ano em 1790.
Coronel Carlos José da Silva teve com Maria Angélica de Sá, e.o.:
8- Francisco Teodoro da Silva, Barão de Pouso Alto, 3º testamenteiro do irmão Coronel Antonio Luiz de Noronha e Silva e Testamenteiro e Inventariante do irmão Coronel Teodoro Carlos da Siva. Casou com Rita de Cássia Pereira da Silva, filha de Miguel Pereira da Silva e Isabel Maria do Espírito Santo, neta materna de Antonio Vieira Carneiro e Inacia Maria da Silva.
Rita de Cassia já era falecida em 1855, inventário materno (neste site) e foi representada por seus filhos:
8-1 Joaquim Carlos da Silva Pereira, casado.
8-2 Maria Isazel da Silva, casada com Carlos José da Silva. Comparar com o tio paterno 9 abaixo.
8-3 Isabel Maria da Silva Pereira, casada com seu tio materno Capitão Vicente da Silva Pereira. Proprietários da Fazenda da Lagoa em S. José do Campo Belo, Resende-RJ.
S. José do Campo Belo - Resende ;RJ lv 68 - fls. 17, 39- declaro na qualidade de testamenteiro do falecido Capitão Vicente da Silva Pereira, e pai da viuva deste D. Isabel Maria da Silva Pereira, e tutor dos filhos órfãos do mesmo: Miguel da Silva Pereira, Sabina Amélia da Silva Pereira, que aos mesmos pertence a fazenda da Lagoa. Pouso Alto 25 nov 1855 Barão de Pouso Alto.
Capitão Vicente já era falecido no inventário materno e foi representado por sua viúva e seus filhos:
8-3-1 Sabina Amélia da Silva Pereira, com 11 anos em 1855.
8-3-2 Miguel da Silva Pereira, com 10 anos.
8-4 Carlos Teodoro de Bustamante e Sá, solteiro, com 25 anos.
8-5 Rita Deolinda Silva Junqueira, casada com Dr. Ovidio Diniz Junqueira.
8-6 Carlota Alaide da Silva Miranda, casada com Luiz da Rocha Miranda. Proprietários da Fazenda Boa Vista, tambem em S. José do Campo Belo.
S. José do Campo Belo - Resende ;RJ lv 68 fls. 17, 40 Possuo a Fazenda Boa Vista, por doação de meus sogros os Exmos. Barão e baronesa de Pouso Alto, 01 dez 1855, Luiz da Rocha Miranda.
N. Sra. da Conceição do Campo Alegre, Resende - RJ, lv. 67 fls. 6, 5- Exmo. Barão de Pouso Alto e Luiz da Rocha Miranda. Declaramos nos Barão do Pouso Alto e Luiz da Rocha Miranda, que somos possuidores em comum da fazenda Santo Antonio da Serra, nas cabeceiras da Perepetinga, que divide com: Bento de Azevedo Maia, Jose Vaz Pinto, Jose Moutinho, major Antonio Gonçalves da Rocha, Silverio Soares Lucindo; e por compra feita ao Exmo Barão de Lorena e s/m, e por arrematação em praça publica , de orfãos, porque pertencia a neta herdeira orfã do major Claudio Manoel Correa. Pouso Alto 25 nov 1855, Barão do Pouso Alto e Luiz da Rocha Miranda.
8-7 Antonio Teodoro da Silva Fortes, solteiro com 16 anos em 1855.
9- Carlos José da Silva, morador no Rio de Janeiro, citado no testamento do irmão Teodoro.
10- Teodoro Carlos da Silva, coronel, natural de Ouro Preto, inventariado em 1867 com testamento de 1865 (neste site). Solteiro, sem geração. Foi seu inventariante seu irmão o Barão de Pouso Alto.
11= Rita Leocadia da Silva, citada no testamento do irmão Teodoro, moradora em São João del Rei em 1867.
12= Carlota Camila da Silva, idem.
Passado de João da Silva Brandão
João da Silva Brandão nasceu em 1716 em São Miguel de Oliveira de Azeméis, Aveiro - Portugal, filho de André Henrique da Silva Brandão e Isabel Soares da Silva, era neto paterno de Antonio Henrique da Silva Brandão e Isabel Ferreira e materno de Manoel Fernandes e Domingas da Silva.
João da Silva Brandão casou-se em São Caetano, Mariana, com Antonia Maria de Oliveira nascida em 1750 em Mariana, filha de Antonio Ribeiro de Oliveira e Rosa Maria dos Anjos, naturais do Porto; neta paterna de Manoel Ribeiro e Catarina de Oliveira; neta materna de Bento Ferreira e Maria do Espírito Santo.
Seu filho, o brigadeiro José da Silva Brandão, casou-se em 01.12.1781. em Ouro Preto, com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila.
Pela ordem, em linha direta até o presente momento, temos:
Antônio Henrique da Silva Brandão
André Henrique da Silva Brandão
João da Silva Brandão
Manoel da Silva Brandão
Antonio Carlos da Silva Brandão
Carlos Antônio da Silva Brandão
Antonio Carlos da Silva Brandão
José de Assunção Brandão
Este último casou-se com Maria Salomé de Araújo e teve os seguintes filhos, pela ordem:
José Fernando Araújo Brandão
Hélio José Araújo Brandão
José Afrânio Araújo Brandão
Maria Beatriz Araújo Brandão
Tânia Maria Araújo Brandão
José Luis Brandão
Sílvia Maria Araújo Brandão
Carlos Antônio Araújo Brandão
João da Silva Brandão casou-se em São Caetano, Mariana, com Antonia Maria de Oliveira nascida em 1750 em Mariana, filha de Antonio Ribeiro de Oliveira e Rosa Maria dos Anjos, naturais do Porto; neta paterna de Manoel Ribeiro e Catarina de Oliveira; neta materna de Bento Ferreira e Maria do Espírito Santo.
Seu filho, o brigadeiro José da Silva Brandão, casou-se em 01.12.1781. em Ouro Preto, com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila.
Pela ordem, em linha direta até o presente momento, temos:
Antônio Henrique da Silva Brandão
André Henrique da Silva Brandão
João da Silva Brandão
Manoel da Silva Brandão
Antonio Carlos da Silva Brandão
Carlos Antônio da Silva Brandão
Antonio Carlos da Silva Brandão
José de Assunção Brandão
Este último casou-se com Maria Salomé de Araújo e teve os seguintes filhos, pela ordem:
José Fernando Araújo Brandão
Hélio José Araújo Brandão
José Afrânio Araújo Brandão
Maria Beatriz Araújo Brandão
Tânia Maria Araújo Brandão
José Luis Brandão
Sílvia Maria Araújo Brandão
Carlos Antônio Araújo Brandão
HISTÓRIA DOS BRANDÕES - Quarta Parte
Filhos da viúva Maria Angélica de Carvalho que vieram de Barbacena:
1- Manoel Gonçalves de Carvalho Brandão, casado com Joana Maria de Jesus, antes já havia sido proprietário de uma sesmaria na Paragem do Rio da Pomba, hoje Cidade de Pomba, naquela época pertencente ao termo de Barbacena, a ele outorgada em 09/02/1798.
(APl\I - Livro 275 - Página 164)
Já em 02 de abril de 1820, o casal já apadrinhava um batizado em Bambuí. (Livro 1, folha 35).
Em 23 de junho de 1821, era ele nomeado, em Formiga, curador de João José Corrêa Pamplona, genro do Mestre de Campo Inácio Pamplona, dado como pródigo.
(Leopoldo Corrêa, ob. cit. página 82).
O casal não teve descendentes, tanto que sua irmã Francisca Angélica de Carvalho, a 16 de março de 1863, outorgara uma procuração ao seu filho Domingos Gonçalves de Carvalho, na qualidade de herdeira de seu irmão Manoel Gonçalves de Carvalho Brandão, para representá-la no seu inventário.
2- Escolástica Maria de Carvalho, casada com Antônio Gonçalves Campos.
Este casal teve dentre outros, a filha Maria Angélica de Campos que era casada com Miguel Antônio de Toledo que eram pais de Gabriel, batizado em Bambuí no dia 04 de março de 1838, sendo padrinhos os avós maternos.
(Livro 1 de Batizados daquela Paróquia).
Abaixo, transcrevemos literalmente do livro Iguatama História e Genealogia, de Djalma Garcia Campos, o conteúdo das páginas 57, 58 e 59, sob o título “A GENEALOGIA IGUATEMENSE”:
" A genealogia iguatemense constitui-se dos BRANDÕES, ali chegados no final do Século XVIII; os CARVALHOS em cujo contexto se incluem os CAMPOS, os GONÇALVES e os TELES, chegados na primeira década do Século XIX; os SILVEIRAS, os LEÕES e os GARCIAS, chegados na terceira década do século XIX.
O BRIGADEIRO MANOEL DA SILVA BRANDÃO
Este trabalho objetiva especificamente a genealogia dos GARCIAS, sobre a qual nos aprofundamos em pesquisas detalhadas, em uma retrospectiva de dois séculos e meio, concluindo com a completa descendência do Capitão José Garcia Pereira; mas dado o entrelaçamento de todos aqueles ramos familiares não se pode isolar essa genealogia daquelas outras, porque a esta altura, todas elas formam uma só grei, uma só família, uma só genealogia. Por isso deliberamos incluir um estudo menos profundo de cada um daqueles ramos, começando pela precedência de sua chegada à região onde se situa o município de Iguatama.
Essa primazia coube aos BRANDÕES, através da figura histórica do BRIGADEIRO MANOEL DA SILVA BRANDÃO, cujas raízes foram estudadas profundamente pelo Cônego trindade, como se segue: " André Henriques da Silva Brandão, natural de Oliveira de Azeméis, filho de Antônio Henriques da Silva Brandão e Isabel Ferreira, casou-se com Isabel Gomes da Silva, da mesma localidade, filho do Manoel Fernandes e Domingas da Silva; todos portugueses. Teve este casal, dentre outros o filho João da Silva Brandão, da mesma origem dos antecendentes, mas veio a casar-se em Minas, em São Caetano de Mariana ( antigo Distrito de Mariana), com Antônia Maria de Oliveira, ali nascida de Antônio Ribeiro de Oliveira e Rosa Maria dos Anjos, natural do Porto.
São filhos do Capitão João da Silva Brandão, nascidos em São Caetano de Mariana:
1- Pe. João Henriques da Silva Brandão, nr. 31.01.1751;
2- Brigadeiro Antônio José da Silva Brandão;
3- Brigadeiro Manoel da Silva Brandão;
4- Ana Vitória da Silva Brandão, casada com Manoel Barros dos Santos;
5- Clara Maria da Trindade, casa com o Coronel João Veloso de Miranda;
6- Sargento-Mor Caetano da Silva Brandão casado com Domiciana da Fonseca Marinho;
7- Brigadeiro José da Silva Brandão, casado em 01.12.1781 com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila Brandão, de onde derivou o conhecido ramo político dessa família".
O terceiro dessa ilustre irmandade, o Brigadeiro Manoel da Silva Brandão, é uma figura historicamente ligada à Inconfidência Mineira, porque, investido nas funções de Comandante do Destacamento do Tijuco, ainda no posto de Capitão do Regimento de Cavalaria Regular, recebeu do Visconde de Barbacena, então Governador Geral da Capitania de Minas, a incumbência da captura do Padre José da Silva de Oliveira Rolim, o mais valente e afortunado dos inconfidentes, homiziado naquela região. Verificada a diligência com pleno êxito e a conseqüente prisão daquele sacerdote, no mês de setembro de 1789 e definitivamente sufocado o movimento sedicioso, regressa esse brioso oficial da Coroa Portuguesa a Vila Rica, sendo promovido ao posto de Coronel, quando então veio a casar-se em 30 de novembro de 1.797 com Tomásia Joaquina da Silva, filha do secretário da Junta da fazenda, Carlos José da Silva e Inácia Rosa Angélica da Silva.
Carlos José da Silva, homem altamente posicionado, que já havia sido contemplado com a sesmaria do Urubu, nas proximidades de Bambuí, aconselhou o genro a que procurasse também obter, na mesma região de terras férteis, uma sesmaria e foi assim que, ainda no posto de coronel, Manoel da Silva Brandão requereu e obteve a sesmaria da Marcela, localizada nos municípios de Luz e Bambuí, transferindo-se para essa Vila, mais ou menos em 1798, e é certo que naquele ano ele e a esposa apadrinhavam um batizado naquela Vila, conforme assentos da Paróquia, no livro 1, fl.101.
A Sesmaria da Marcela que por si só já se constituía em um grande latifúndio, ali ainda adquiriu, por compra a herdeiros de Antônio Afonso Lamounier, a sesmaria da Glória, na margem esquerda do Rio São Francisco e mais tarde recebeu de herança do sogro a sesmaria do Urubu, onde se localiza hoje a estação férrea de Uruburetama, de modo a formar um total de cerca de 40 mil hectares de terras de excelente qualidade.
Com tal patrimônio e promovido a Brigadeiro, acrescido do seu real valor, no dizer do historiador Waldemar de Almeida Barbosa, chegou a ser uma das mais notáveis figuras de Minas Gerais, na primeira metade do Século XIX.
1- Manoel Gonçalves de Carvalho Brandão, casado com Joana Maria de Jesus, antes já havia sido proprietário de uma sesmaria na Paragem do Rio da Pomba, hoje Cidade de Pomba, naquela época pertencente ao termo de Barbacena, a ele outorgada em 09/02/1798.
(APl\I - Livro 275 - Página 164)
Já em 02 de abril de 1820, o casal já apadrinhava um batizado em Bambuí. (Livro 1, folha 35).
Em 23 de junho de 1821, era ele nomeado, em Formiga, curador de João José Corrêa Pamplona, genro do Mestre de Campo Inácio Pamplona, dado como pródigo.
(Leopoldo Corrêa, ob. cit. página 82).
O casal não teve descendentes, tanto que sua irmã Francisca Angélica de Carvalho, a 16 de março de 1863, outorgara uma procuração ao seu filho Domingos Gonçalves de Carvalho, na qualidade de herdeira de seu irmão Manoel Gonçalves de Carvalho Brandão, para representá-la no seu inventário.
2- Escolástica Maria de Carvalho, casada com Antônio Gonçalves Campos.
Este casal teve dentre outros, a filha Maria Angélica de Campos que era casada com Miguel Antônio de Toledo que eram pais de Gabriel, batizado em Bambuí no dia 04 de março de 1838, sendo padrinhos os avós maternos.
(Livro 1 de Batizados daquela Paróquia).
Abaixo, transcrevemos literalmente do livro Iguatama História e Genealogia, de Djalma Garcia Campos, o conteúdo das páginas 57, 58 e 59, sob o título “A GENEALOGIA IGUATEMENSE”:
" A genealogia iguatemense constitui-se dos BRANDÕES, ali chegados no final do Século XVIII; os CARVALHOS em cujo contexto se incluem os CAMPOS, os GONÇALVES e os TELES, chegados na primeira década do Século XIX; os SILVEIRAS, os LEÕES e os GARCIAS, chegados na terceira década do século XIX.
O BRIGADEIRO MANOEL DA SILVA BRANDÃO
Este trabalho objetiva especificamente a genealogia dos GARCIAS, sobre a qual nos aprofundamos em pesquisas detalhadas, em uma retrospectiva de dois séculos e meio, concluindo com a completa descendência do Capitão José Garcia Pereira; mas dado o entrelaçamento de todos aqueles ramos familiares não se pode isolar essa genealogia daquelas outras, porque a esta altura, todas elas formam uma só grei, uma só família, uma só genealogia. Por isso deliberamos incluir um estudo menos profundo de cada um daqueles ramos, começando pela precedência de sua chegada à região onde se situa o município de Iguatama.
Essa primazia coube aos BRANDÕES, através da figura histórica do BRIGADEIRO MANOEL DA SILVA BRANDÃO, cujas raízes foram estudadas profundamente pelo Cônego trindade, como se segue: " André Henriques da Silva Brandão, natural de Oliveira de Azeméis, filho de Antônio Henriques da Silva Brandão e Isabel Ferreira, casou-se com Isabel Gomes da Silva, da mesma localidade, filho do Manoel Fernandes e Domingas da Silva; todos portugueses. Teve este casal, dentre outros o filho João da Silva Brandão, da mesma origem dos antecendentes, mas veio a casar-se em Minas, em São Caetano de Mariana ( antigo Distrito de Mariana), com Antônia Maria de Oliveira, ali nascida de Antônio Ribeiro de Oliveira e Rosa Maria dos Anjos, natural do Porto.
São filhos do Capitão João da Silva Brandão, nascidos em São Caetano de Mariana:
1- Pe. João Henriques da Silva Brandão, nr. 31.01.1751;
2- Brigadeiro Antônio José da Silva Brandão;
3- Brigadeiro Manoel da Silva Brandão;
4- Ana Vitória da Silva Brandão, casada com Manoel Barros dos Santos;
5- Clara Maria da Trindade, casa com o Coronel João Veloso de Miranda;
6- Sargento-Mor Caetano da Silva Brandão casado com Domiciana da Fonseca Marinho;
7- Brigadeiro José da Silva Brandão, casado em 01.12.1781 com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila Brandão, de onde derivou o conhecido ramo político dessa família".
O terceiro dessa ilustre irmandade, o Brigadeiro Manoel da Silva Brandão, é uma figura historicamente ligada à Inconfidência Mineira, porque, investido nas funções de Comandante do Destacamento do Tijuco, ainda no posto de Capitão do Regimento de Cavalaria Regular, recebeu do Visconde de Barbacena, então Governador Geral da Capitania de Minas, a incumbência da captura do Padre José da Silva de Oliveira Rolim, o mais valente e afortunado dos inconfidentes, homiziado naquela região. Verificada a diligência com pleno êxito e a conseqüente prisão daquele sacerdote, no mês de setembro de 1789 e definitivamente sufocado o movimento sedicioso, regressa esse brioso oficial da Coroa Portuguesa a Vila Rica, sendo promovido ao posto de Coronel, quando então veio a casar-se em 30 de novembro de 1.797 com Tomásia Joaquina da Silva, filha do secretário da Junta da fazenda, Carlos José da Silva e Inácia Rosa Angélica da Silva.
Carlos José da Silva, homem altamente posicionado, que já havia sido contemplado com a sesmaria do Urubu, nas proximidades de Bambuí, aconselhou o genro a que procurasse também obter, na mesma região de terras férteis, uma sesmaria e foi assim que, ainda no posto de coronel, Manoel da Silva Brandão requereu e obteve a sesmaria da Marcela, localizada nos municípios de Luz e Bambuí, transferindo-se para essa Vila, mais ou menos em 1798, e é certo que naquele ano ele e a esposa apadrinhavam um batizado naquela Vila, conforme assentos da Paróquia, no livro 1, fl.101.
A Sesmaria da Marcela que por si só já se constituía em um grande latifúndio, ali ainda adquiriu, por compra a herdeiros de Antônio Afonso Lamounier, a sesmaria da Glória, na margem esquerda do Rio São Francisco e mais tarde recebeu de herança do sogro a sesmaria do Urubu, onde se localiza hoje a estação férrea de Uruburetama, de modo a formar um total de cerca de 40 mil hectares de terras de excelente qualidade.
Com tal patrimônio e promovido a Brigadeiro, acrescido do seu real valor, no dizer do historiador Waldemar de Almeida Barbosa, chegou a ser uma das mais notáveis figuras de Minas Gerais, na primeira metade do Século XIX.
HISTÓRIA DOS BRANDÕES - Terceira Parte
Deixou esse velho Brigadeiro junto com Thomasia Joaquina da Silva, com quem tinha se casado em Ouro Preto no dia 30/11/1797, uma grande descendência em cujo número se contam os filhos, todos eles nascidos em Bambuí:
1: -Raimundo da Silva Brandão, nascido em 1798 em Bambuí - MG, morreu em Luz, cidade próxima;
2:- Miquelina Angélica da Silva Brandão, nascida em 1802;
3- Carlos Antônio da Silva Brandão, nascido em 1804 em Bambuí - MG, morreu em 1849;
4- Antônio Carlos da Silva Brandão, nascido em 1806 em Bambuí - MG;
5- Maria do Carmo Brandão nascida em 1812 também em Bambuí - MG;
6- João Henriques da Silva Brandão, nascido em 1814 também na mesma cidade;
7- Anna Brandão nascida em 1817;
8- Manuel da Silva Brandão, nascido em 1818;
9- Isabel Cândida da Silva Brandão , nascida em 1821;
Constava como filho José Henriques da Silva Brandão, mas não achamos maiores registros.
Esta última filha casou-se com Antônio de Carvalho Campos, tendo este casal o filho unigênito, José Jorge da Silva Campos, que veio a casar-se com Deolinda Maria Salomé, a terceira filha do Capitão José Garcia.
José Jorge e Deolinda ascendem hoje a mais de quinhentas pessoas, todas integradas na genealogia iguatamense, com vários sobrenomes, mas nenhuma delas adotou o de Brandão, advindo desse antepassado, motivo por que, com o distanciamento do tempo, seja ele pouco lembrado.
Tinham eles ligações consangüíneas com os irmãos Teixeira de Carvalho, valentes revolucionários do Movimento Liberal de 1842, os bravos João Gualberto, Antônio e Pedro Teixeira de Carvalho e também com o Brigadeiro Manoel da Silva Brandão; com este tinham os Carvalhos ligações de parentesco muito próximas, tanto é que, tão logo o Brigadeiro se estabeleceu em Bambuí, em 1798, por influência sua, viera de Barbacena, em estado de viuvez, Maria Angélica de Carvalho, que também se estabeleceu em Bambuí, na primeira década do Século XIX, trazendo em sua companhia vários filhos, adquirindo na margem esquerda do Rio São Francisco, entre Porto Real e Bambuí, imensas áreas de terras, formando fazendas com moradias confortáveis compatíveis com as amplas possibilidades financeiras de que eram dotados.
1: -Raimundo da Silva Brandão, nascido em 1798 em Bambuí - MG, morreu em Luz, cidade próxima;
2:- Miquelina Angélica da Silva Brandão, nascida em 1802;
3- Carlos Antônio da Silva Brandão, nascido em 1804 em Bambuí - MG, morreu em 1849;
4- Antônio Carlos da Silva Brandão, nascido em 1806 em Bambuí - MG;
5- Maria do Carmo Brandão nascida em 1812 também em Bambuí - MG;
6- João Henriques da Silva Brandão, nascido em 1814 também na mesma cidade;
7- Anna Brandão nascida em 1817;
8- Manuel da Silva Brandão, nascido em 1818;
9- Isabel Cândida da Silva Brandão , nascida em 1821;
Constava como filho José Henriques da Silva Brandão, mas não achamos maiores registros.
Esta última filha casou-se com Antônio de Carvalho Campos, tendo este casal o filho unigênito, José Jorge da Silva Campos, que veio a casar-se com Deolinda Maria Salomé, a terceira filha do Capitão José Garcia.
José Jorge e Deolinda ascendem hoje a mais de quinhentas pessoas, todas integradas na genealogia iguatamense, com vários sobrenomes, mas nenhuma delas adotou o de Brandão, advindo desse antepassado, motivo por que, com o distanciamento do tempo, seja ele pouco lembrado.
Tinham eles ligações consangüíneas com os irmãos Teixeira de Carvalho, valentes revolucionários do Movimento Liberal de 1842, os bravos João Gualberto, Antônio e Pedro Teixeira de Carvalho e também com o Brigadeiro Manoel da Silva Brandão; com este tinham os Carvalhos ligações de parentesco muito próximas, tanto é que, tão logo o Brigadeiro se estabeleceu em Bambuí, em 1798, por influência sua, viera de Barbacena, em estado de viuvez, Maria Angélica de Carvalho, que também se estabeleceu em Bambuí, na primeira década do Século XIX, trazendo em sua companhia vários filhos, adquirindo na margem esquerda do Rio São Francisco, entre Porto Real e Bambuí, imensas áreas de terras, formando fazendas com moradias confortáveis compatíveis com as amplas possibilidades financeiras de que eram dotados.
HISTÓRIA DOS BRANDÕES - Segunda Parte
“O terceiro dessa ilustre irmandade, o Brigadeiro Manoel da Silva Brandão, é uma figura historicamente ligada à Inconfidência Mineira, porque, investido nas funções de Comandante do Destacamento do Tijuco, ainda no posto de Capitão do Regimento de Cavalaria Regular, recebeu do Visconde de Barbacena, então Governador Geral da Capitania de Minas, a incumbência da captura do Padre José da Silva de Oliveira Rolim, o mais valente e afortunado dos inconfidentes, homiziado naquela região.
(Autos de Devassa da Inconfidência Mineira, vo1. IH, p. 125, de 1936).
Verificada a diligência com pleno êxito e a conseqüente prisão daquele sacerdote no mês de setembro de 1789 e definitivamente sufocado o movimento sedicioso, regressa esse brioso oficial da Coroa Portuguesa a Vila Rica, sendo promovido ao posto de Coronel, quando então veio a casar-se em 30 de novembro de 1797, com Thomásia Joaquina da Silva, filha do secretário da Junta da Fazenda, Carlos José da Silva e Inácia Rosa Angélica da Silva.”
( Existem controvérsias sobre a prisão do Padre Rolim que se contrapõem á este livro, posto que existem registros que Manoel da Silva Brandão foi preso pelo não cumprimento do mandato, até mesmo porque participava junto com o Capitão Maximiano dos encontros dos Inconfidentes. Isto precisa ser mais bem esclarecido).
Carlos José da Silva, homem altamente posicionado, que já havia sido contemplado com a sesmaria do Urubu, nas proximidades de Bambuí, aconselhou o genro a que procurasse também obter, na mesma região de terras férteis, uma sesmaria e foi assim que, ainda no posto de coronel, Manoel da Silva Brandão requereu e obteve a sesmaria da Marcela, localizada nos municípios de Luz e Bambuí, transferindo-se para essa Vila, mais ou menos em 1798 e é certo que naquele ano ele e a esposa apadrinharam um batizado naquela Vila, conforme assentos da Paróquia, no livro 1.9 fl. 101.
A sesmaria da Marcela, que por si já se constituía em um grande latifúndio, ali ainda adquiriu, por compra a herdeiros de Antônio Afonso Lamounier, a sesmaria da Glória, na margem esquerda do Rio São Francisco e mais tarde recebeu de herança do sogro a sesmaria do Urubu, onde se localiza hoje a estação férrea de Uruburetama, de modo a formar um total de cerca de 40 mil hectares de terras de excelente qualidade. Com tal patrimônio e promovido a Brigadeiro, acrescido do seu real valor, no dizer do historiador Valdemar de Almeida Barbosa, chegou a ser uma das mais notáveis figuras de Minas Gerais, na primeira metade do Século XIX.
(Decadência das Minas e Fuga da Mineração, página 139)
(Autos de Devassa da Inconfidência Mineira, vo1. IH, p. 125, de 1936).
Verificada a diligência com pleno êxito e a conseqüente prisão daquele sacerdote no mês de setembro de 1789 e definitivamente sufocado o movimento sedicioso, regressa esse brioso oficial da Coroa Portuguesa a Vila Rica, sendo promovido ao posto de Coronel, quando então veio a casar-se em 30 de novembro de 1797, com Thomásia Joaquina da Silva, filha do secretário da Junta da Fazenda, Carlos José da Silva e Inácia Rosa Angélica da Silva.”
( Existem controvérsias sobre a prisão do Padre Rolim que se contrapõem á este livro, posto que existem registros que Manoel da Silva Brandão foi preso pelo não cumprimento do mandato, até mesmo porque participava junto com o Capitão Maximiano dos encontros dos Inconfidentes. Isto precisa ser mais bem esclarecido).
Carlos José da Silva, homem altamente posicionado, que já havia sido contemplado com a sesmaria do Urubu, nas proximidades de Bambuí, aconselhou o genro a que procurasse também obter, na mesma região de terras férteis, uma sesmaria e foi assim que, ainda no posto de coronel, Manoel da Silva Brandão requereu e obteve a sesmaria da Marcela, localizada nos municípios de Luz e Bambuí, transferindo-se para essa Vila, mais ou menos em 1798 e é certo que naquele ano ele e a esposa apadrinharam um batizado naquela Vila, conforme assentos da Paróquia, no livro 1.9 fl. 101.
A sesmaria da Marcela, que por si já se constituía em um grande latifúndio, ali ainda adquiriu, por compra a herdeiros de Antônio Afonso Lamounier, a sesmaria da Glória, na margem esquerda do Rio São Francisco e mais tarde recebeu de herança do sogro a sesmaria do Urubu, onde se localiza hoje a estação férrea de Uruburetama, de modo a formar um total de cerca de 40 mil hectares de terras de excelente qualidade. Com tal patrimônio e promovido a Brigadeiro, acrescido do seu real valor, no dizer do historiador Valdemar de Almeida Barbosa, chegou a ser uma das mais notáveis figuras de Minas Gerais, na primeira metade do Século XIX.
(Decadência das Minas e Fuga da Mineração, página 139)
HISTÓRIA DOS BRANDÕES - Primeira Parte
""André Henrique da Silva Brandão, nascido em 1690 e natural de São Miguel de Oliveira de Azeméis - Aveiro - Portugal; filho de Antônio Henrique da Silva Brandão (nascido em 1655) e casado em 1682 com Isabel Ferreira (nascida em 1660); casou-se com Isabel Gomes da Silva, da mesma localidade, filho de ManoeI Fernandes e Domingas da Silva, todos portugueses. Teve este casal, dentre outros o filho Capitão João da Silva Brandão, da mesma origem dos antecedentes, mas que veio a casar-se em Minas, em São Caetano de Mariana (antigo Distrito de Mariana), com Antônia Maria de Oliveira, ali nascida de Antônio Ribeiro de Oliveira e Rosa Maria dos Anjos, natural do Porto.
São filhos do Capitão João da Silva Brandão, nascidos em São Caetano de Mariana:
1- Pe. João Henrique da Silva Brandão, nascido em 31/01/1751;
2- Brigadeiro Antônio José da Silva Brandão nascido em 1753;
3- Brigadeiro Manoel da Silva Brandão nascido em 1754 ;
4- Ana Vitória da Silva Brandão, casada com Manoel Barros dos Santos; nascida em 1757;
5- Clara Maria da Trindade, casada com o Coronel João Veloso de Miranda, nascida em 1759;
6- Sargento-Mor Caetano da Silva Brandão, casado com Domiciana da Fonseca Marinho, nascido em 1761;
7- Brigadeiro José da Silva Brandão, nascido em 1763 e casado em 01/12/1781 com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila Brandão, de onde derivou o conhecido ramo político dessa família.”
(Velhos Troncos Mineiros, páginas 175/6).
São filhos do Capitão João da Silva Brandão, nascidos em São Caetano de Mariana:
1- Pe. João Henrique da Silva Brandão, nascido em 31/01/1751;
2- Brigadeiro Antônio José da Silva Brandão nascido em 1753;
3- Brigadeiro Manoel da Silva Brandão nascido em 1754 ;
4- Ana Vitória da Silva Brandão, casada com Manoel Barros dos Santos; nascida em 1757;
5- Clara Maria da Trindade, casada com o Coronel João Veloso de Miranda, nascida em 1759;
6- Sargento-Mor Caetano da Silva Brandão, casado com Domiciana da Fonseca Marinho, nascido em 1761;
7- Brigadeiro José da Silva Brandão, nascido em 1763 e casado em 01/12/1781 com Ana Sanches de Seixas da Silva e Ávila Brandão, de onde derivou o conhecido ramo político dessa família.”
(Velhos Troncos Mineiros, páginas 175/6).
MENSAGEM INICIAL
Temos várias ramificações da Família Brandão no Brasil, grande e dispersa pelo país. A idéia deste Blog é reunir a história, fatos e fotos da genealogia da família Brandão, tendo como referência nosso tetravô Manoel da Silva Brandão, seus ascendentes e descendentes e a localidade de Oliveira de Azeméis em Aveiro, Portugal.
Tentaremos reunir textos históricos, documentos, depoimentos, links na Internet e etc, para registro e posterior resgate das gerações futuras, a origem de nossa família. Da mesma forma, procurar estabelecer as relações com outros brandões existentes no território nacional e em Portugal, até mesmo em função da existência de outros que se distanciaram ao longo do tempo, descendentes da mesma origem. Para tanto, torna-se necessária à divulgação deste Blog, o envio de documentos e fotos de arquivo, para que possam ser publicados aqui. Seria conveniente também que houvesse críticas para seu aprimoramento.
Adiantamos que já ficou claro com as primeiras pesquisas que fizemos, que nossas origens já no Brasil são militares, desde os primeiros a nascerem no Brasil.
Tentaremos reunir textos históricos, documentos, depoimentos, links na Internet e etc, para registro e posterior resgate das gerações futuras, a origem de nossa família. Da mesma forma, procurar estabelecer as relações com outros brandões existentes no território nacional e em Portugal, até mesmo em função da existência de outros que se distanciaram ao longo do tempo, descendentes da mesma origem. Para tanto, torna-se necessária à divulgação deste Blog, o envio de documentos e fotos de arquivo, para que possam ser publicados aqui. Seria conveniente também que houvesse críticas para seu aprimoramento.
Adiantamos que já ficou claro com as primeiras pesquisas que fizemos, que nossas origens já no Brasil são militares, desde os primeiros a nascerem no Brasil.
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